quarta-feira, 11 de maio de 2011
E você, tem medo do quê?
Vi esse vídeo hoje no kibeloco, e achei muito interessante (e engraçado). Interessante é você pensar como que nossa percepção das coisas pode ser tão variada, diferente... Imaginem-se no lugar desse tiozinho. Imaginem o que era na visão dele aquela escada rolante, algo do tipo: "Essa porra dessa escada anda véio!"
Fiquei então pensando num paralelo entre as coisas que temos medo, simplesmente por não conhecer, por nunca ter visto... Fiquei comovido com o tiozinho... ele tá se cagando pra subir uma escada rolante! Acho muito igual por exemplo as pessoas que elogiam um cara que entrou na USP. Você pergunta pra esta pessoa se ela tentou pelo menos e descobre que muita gente nem tenta. Tá com medo de por o pézinho no vestibular.
Entre outros paralelos que pensei, o mais legal de tirar disso é que cada um exerga as coisas de um jeito. E que medo é a coisa mais normal do mundo.
p.s.: Já pensô se esse véio cai na escada rolante? Nunca mais bota o pé naquela merda!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Grooveshark!
Você aí, que gosta de ouvir uma música quando está a paisana no trabalho: vou destruir sua carreira agora! E com apenas um link:
listen.grooveshark.com
Esse site é muito bom. O acervo é bem grande, apesar de não ter tudo que eu procurei. Tem até uma comunidadezinha pra conhecer quem disponibiliza as músicas e tal...
Por coisas como essa é que eu acredito que as gravadoras já eram...
listen.grooveshark.com
Esse site é muito bom. O acervo é bem grande, apesar de não ter tudo que eu procurei. Tem até uma comunidadezinha pra conhecer quem disponibiliza as músicas e tal...
Por coisas como essa é que eu acredito que as gravadoras já eram...
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Voltando
Após um tempinho sem atualizar a bagaça, volto a presenteár os leitores deste blog com mais idéias de minha humilde e singela pessoa.
E o assunto é a falta de assunto, ou como os assuntos são evitados. Lembrei disso depois de ouvir uma música dos Engenheiros do Hawaii. É, eu gostava de ouvir esses caras, quando tinha meus 16, 17 anos. Eu achava muito legal como eles atacavam os problemas políticos-sociais, principalmente da década de 80 se não me engano. Bem, o fato é que alguém me mostrou os novos trabalhos deles, e sinceramente, achei meio fraco (pra não dizer uma bosta). O que aconteceu com as mensagens semi-sutis que eles passavam nas músicas?
E quem me conhece sabe que sou meio crítico (chato pracaralho) com música, então manifesto um certo repúdio ao fato de se fazer música por fazer. Sim, não vejo outro motivo para que hoje em dia o cenário musical seja tão fraco. Pô, grandes bandas conseguiam no auge lançar dois CD's por ano. Mas estou falando de caras geniais, não de qualquer um. Lançar um CD por ano já me parece muito difícil... O que quero dizer com isso é que é difícil, tenso lançar um CD. Quando eu pego um CD que só tem uma ou duas músicas bem feitas, não tem como pensar que as outras doze músicas, sei lá, foram só pra encher linguiça e vender logo o CD.
A parte boa é que a internet vai acabar com isso. Vai detonar as gravadoras, questão de tempo. E não adianta a mulherzinha cantorinha de um ou outro primeiro ministro dar chilique. Já era. Claro que a pirataria do ponto de vista econômico é um problema, mas na minha opinião só existe por problemas sociais maiores (baixos salários, abuso das SONY da vida). Afinal, pagaria sem problema alguns centavos de dólar numa música na iTunes store se eu ganhasse tão bem quanto os norte americanos.
Essa premonição se confirmando, teremos um cenário musical pelo menos mais autêntico, na minha opinião. Já que não vai interessar sair correndo pra fazer um CD. O esquema (espero) será ficar queimando a cuca pra fazer musica boa, senão ninguém vai ouvir.
E agora com licensa que vou baixar a discografia do Scorpions... "Make it real, not fantasy!"
E o assunto é a falta de assunto, ou como os assuntos são evitados. Lembrei disso depois de ouvir uma música dos Engenheiros do Hawaii. É, eu gostava de ouvir esses caras, quando tinha meus 16, 17 anos. Eu achava muito legal como eles atacavam os problemas políticos-sociais, principalmente da década de 80 se não me engano. Bem, o fato é que alguém me mostrou os novos trabalhos deles, e sinceramente, achei meio fraco (pra não dizer uma bosta). O que aconteceu com as mensagens semi-sutis que eles passavam nas músicas?
E quem me conhece sabe que sou meio crítico (chato pracaralho) com música, então manifesto um certo repúdio ao fato de se fazer música por fazer. Sim, não vejo outro motivo para que hoje em dia o cenário musical seja tão fraco. Pô, grandes bandas conseguiam no auge lançar dois CD's por ano. Mas estou falando de caras geniais, não de qualquer um. Lançar um CD por ano já me parece muito difícil... O que quero dizer com isso é que é difícil, tenso lançar um CD. Quando eu pego um CD que só tem uma ou duas músicas bem feitas, não tem como pensar que as outras doze músicas, sei lá, foram só pra encher linguiça e vender logo o CD.
A parte boa é que a internet vai acabar com isso. Vai detonar as gravadoras, questão de tempo. E não adianta a mulherzinha cantorinha de um ou outro primeiro ministro dar chilique. Já era. Claro que a pirataria do ponto de vista econômico é um problema, mas na minha opinião só existe por problemas sociais maiores (baixos salários, abuso das SONY da vida). Afinal, pagaria sem problema alguns centavos de dólar numa música na iTunes store se eu ganhasse tão bem quanto os norte americanos.
Essa premonição se confirmando, teremos um cenário musical pelo menos mais autêntico, na minha opinião. Já que não vai interessar sair correndo pra fazer um CD. O esquema (espero) será ficar queimando a cuca pra fazer musica boa, senão ninguém vai ouvir.
E agora com licensa que vou baixar a discografia do Scorpions... "Make it real, not fantasy!"
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Distorções temporais
Estava pensando agora a pouco como funciona a nossa percepção do tempo. As vezes, mesmo definindo que uma coisa vai demorar para acontecer, mesmo sabendo que é normal e saudável, quem sabe por qual motivo nós ficamos ansiosos e esperando que tudo aconteça agora, ou amanhã.
Já dei minha opinião algumas vezes, de que a ansiedade é um grande mal da modernidade (ou da contemporâneidade?) mas é interessante como ela afeta essa dimensão do tempo, em particular. Como uma hora pode ser tão curta em alguns casos, e tão longa em outros... Como um mês pode passar tão devagar em um ano que está passando tão rápido.
Acho que deva ser uma questão de equilibrio, controle das sensações, sentimentos, ou a compreensão deles... Acho que culturalmente nós não somos treinados para manter isso em controle, ou para saber lidar com isso.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Wake up, Neo.
Esses dias terminei cometi Facebookcídio. Muita gente já me disse que é besteira e tal, mas também tem muita gente que não usa redes sociais e vive normalmente. Excluí meu Orkut por 2 motivos: Um pessoal e o outro técnico. O Facebook excluí por motivo pessoal também: encheu o meu saco. Estou cansado de relações virtuais com as pessoas. Postar mensagenzinhas de status, mostrando como eu sou feliz, o que eu acho de alguém que eu não tenho coragem de falar na cara, então deixo implícito ali numa mensagem. Claro que cada um usa do jeito que quer, e que tem muita gente que não faz isso que eu critiquei...
E o problema também era comigo mesmo: sou curioso. É a natureza do cientista, ou de quem usa o método científico, que é explorar. Sou curioso e noiado. Vou ficar curioso e bisbilhotar a vida alheia, o que eu repudío com todas as minhas forças. Pode ser que eu perca um pouco de comunicação com algumas pessoas, mas só com aquelas que eu era "amigo" dentro da matrix, porque meus amigos fora dela continuam pra sempre.
Continuo com o Twitter pois acho que, apesar de ser uma rede social também, e de ter gente que vive postando "como sou feliz", o índice de bisbilhotagem alheia é muito menor e ainda consigo me informar sobre o que acontece no mundo, coisa que as outras redes sociais não conseguiam fazer. De resto, quem quiser entrar em contato terá de ser ou por celular, e-mail ou por MSN, ICQ ou GTalk... Olha como estou isolado do mundo...
E o problema também era comigo mesmo: sou curioso. É a natureza do cientista, ou de quem usa o método científico, que é explorar. Sou curioso e noiado. Vou ficar curioso e bisbilhotar a vida alheia, o que eu repudío com todas as minhas forças. Pode ser que eu perca um pouco de comunicação com algumas pessoas, mas só com aquelas que eu era "amigo" dentro da matrix, porque meus amigos fora dela continuam pra sempre.
Continuo com o Twitter pois acho que, apesar de ser uma rede social também, e de ter gente que vive postando "como sou feliz", o índice de bisbilhotagem alheia é muito menor e ainda consigo me informar sobre o que acontece no mundo, coisa que as outras redes sociais não conseguiam fazer. De resto, quem quiser entrar em contato terá de ser ou por celular, e-mail ou por MSN, ICQ ou GTalk... Olha como estou isolado do mundo...
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